Mais tarde ainda rola um repique no Villaggio, chopinho saideira.Amanhã, todas de volta ao Terminal Tietê - lotadas de pacotes.
Simplesmente sensacional.
Ê, vida boa!
Mais tarde ainda rola um repique no Villaggio, chopinho saideira.
Ela está toda feliz, pois ontem recebeu, de surpresa, a visita de duas de suas quatro irmãs, mais uma sobrinha "de quebra".
Daisy Cordeiro é cantora. Ultimamente tem se arriscado a compor, mas é cantora - ponto.
Acorda, Brasil!
E hoje, segundo o portal Terra, foi lançada a aguardada edição 2007, distribuída a 30 mil privilegiados, que traz as sensuais atrizes Penélope Cruz, Hilary Swank, a francesa Lou Doillon, a eterna musa Sophia Loren, de 72 anos, e a atriz australiana Naomi Watts, gracinha que vem encantando em vários "blockbusters" recentes, como King Kong, O Chamado (1 e 2) e Cidade dos Anjos. Ei-la (foto Inez van Lamsweerde e Winoodth Matadin):
Fiquei tão ligado a ele que acabei virando sócio - de 1990 até 1996 (alô família De Lucca: Paulo, Sônia e Lurdinha...!).
E porque estou citando-o aqui? Simples: nos anos 1950, principalmente nos 1960, ele era famoso no Brasil. E, como não podia deixar de ser, na pequena São Sebastião.
Época em que meu pai fazia bico de bilheteiro no hoje desativado cinema local e, dia inesquecível, trouxe pra casa nossa primeira rádio-vitrola, comprada de segunda mão.
Idos de 1968, 69, 70. Eu com meus sete, oito anos e tendo os contatos iniciais com uma novidade chamada "música".
Ao lado de Nat King Cole, Nelson Gonçalves, Trio Guadalajara, Nelson Ned e Moacyr Franco, Miguel Aceves Mejia foi um dos primeiros cantores que ouvi na vida.
Há muitos anos não ouvia falar dele. Pra dizer a verdade, nem me lembrava mais de que, em longínquos dias, fui seu fã.
Gostosa recordação, mais uma. Meu pai hoje me disse (pelo msn!) que Mejia era seu ídolo.
No You Tube (claro...) tem alguns vídeos dele. Nem preciso dizer que me emocionei ao ouvi-lo novamente. Dá-lhe, Túnel do Tempo!.
Recebi, para uma visita no fim-de-semana, meu (único) irmão, mulher e filhos. Como minha mãe já passa uns dias por aqui, clima de família total.
Não tenho bem certeza, mas acho que foi no mês de março. O ano, eu sei que foi 1997. Voltava de viagem, numa segunda-feira à noite, quando, ao sintonizar a rádio Musical FM na estrada, já perto de SP, comecei a ouvir um programa de entrevistas chamado Boa Safra. Comandado pela jornalista Miriam Ramos, durava uma hora e trazia, toda semana, dois artistas chamados "alternativos" que, em blocos diferentes, falavam sobre seu trabalho e mostravam faixas de seus discos. 
Continuando, com a ajuda da emissora, foram muitos nomes em 1997. Para ilustrar: Fátima Guedes, Túlio Mourão, Capinan, Daniel Gonzaga, Nelson Angelo, Simone Guimarães, Claudette Soares, Laura Finnochiaro, Edvaldo Santana, Luli & Lucina - e por aí foi.
Uma curiosidade: o Thomas Roth - que eu ainda não conhecia - também participou, e, provavelmente nessa data, com o início da nossa amizade, começou a nascer a gravadora Lua Discos (depois, Lua Music).
O "Cadê.." gerou grande espaço na mídia impressa, e teve reedição em 1998, com outros nomes.
fez sua primeira apresentação no Villaggio e, ainda que não tivesse se tornado um sambista em tempo integral como é hoje, já dava claros sinais de que isso seria uma questão de tempo. "Moa" se tornou nosso grande amigo e trouxe inspirados - e definitivos - ares cariocas ao bar. Por outros caminhos e coincidências, realizamos, no final desse ano, nossos dois primeiros grandes shows de samba, com duas lendas nacionais: Nelson Sargento (obrigado, João Paulo e Cidinha) e Zé Ketti (este já dava "canjas" regulares nas rodas de choro dominicais), com matéria no Guia da Folha e tudo.