A ficha ainda não caiu. Muita mudança ao mesmo tempo, por enquanto parece que estou numa viagem de férias.
Mas, de cara, tô gostando. As primeiras impressões confirmam o já esperado: tudo mais tranqüilo. Ar puro, pouca gente nas ruas. Muitas saídas a pé. Uma beleza.
Trânsito, um sonho; nada leva mais do que dez minutos para se chegar, os horários de “rush” são brincadeira de criança perto do caos paulistano. A estrutura viária aqui foi muito bem planejada: tem carro pra chuchu, são mais de 600 mil habitantes, mas a coisa flui muito bem. Lembrou um pouco Brasília e seus eixos monumentais.
A cidade, operária e industrial, dorme e acorda cedo – pelo menos no meio de semana. Vou ter de me acostumar.
Comércio e serviços, sem problemas; não falta nada. Todos os gigantes estão por aqui: Makro, Carrefour, Wal Mart, Extra, Pão de Açúcar, Sonda, C&C, Leroy Merlin, Telhanorte. E vários grandes shoppings, apesar destes não serem meu destino preferido.
Ainda estranho um pouco o fato de voltar a morar em apartamento, aquelas coisas de garagem coletiva, porteiro, síndico e zelador. Mas tá tudo certo, o povo é sossegado; um tanto arredio, mas acolhedor.
São José tem uma mistura muito interessante de aspirante a metrópole e cidade do interior. Sua maior qualidade, no entanto, é a localização. Saber que se está a uma hora de SP, um pouquinho mais do litoral e pertinho da região da Serra da Mantiqueira é muito estimulante e, ao mesmo tempo, tranqüilizador. Bateu tédio, é só pegar o carro e se mandar.
Curioso é notar que não se vêem pedintes nas ruas, crianças ou malabaristas nos faróis. Nem cocô de cachorro nas calçadas. Noticiários de violência também são esporádicos.
Em breve começarei a explorar as opções noturnas: boêmias, gastronômicas e culturais. Por ora, estou freqüentando um “delivery” da Brahma aqui ao lado, que, às terças, tem chope caldereta a R$ 1,90. De certa maneira, foi dada a largada...
Trabalho, só a partir da semana que vem, que ninguém é de ferro.
Deixo aqui duas imagens iniciais. A primeira, da janela da sala, mostra o Jardim Esplanada e montanhas ao fundo, resumindo um pouco a cara da cidade.
A segunda, da janela do quarto, é de um parque municipal magnífico, o hoje tombado sanatório Vicentina Aranha, onde se pode fazer caminhadas revigorantes, esbarrando em galinhas d’angola, perus, sabiás e coelhos. Tudo monitorado por câmeras e seguranças, coisa fina.
Zé
ResponderExcluirToda a sorte do mundo nessa nova fase. Você merece!
grande abraço zé, bela vista do quarto, heim
ResponderExcluirsiddhatha housed ceased fallible coated kalol chai venue indoor beckman hildreth
ResponderExcluirsemelokertes marchimundui